• Em caso de furo de pneu, como funciona o seguro?

    Ter um furo é algo que pode acontecer a qualquer condutor. Se a subscrição de um seguro automóvel é obrigatória, ainda são muitas as dúvidas que existem à volta da questão se o furo de um pneu é ou não coberto. Neste artigo, tentamos explicar-lhe como pode funcionar o seu seguro automóvel em caso de furo de pneu na estrada. O que fazer em caso de pneu furado? Quer seja um furo provado por um objeto exterior ou uma deflação do próprio pneu, o pneu vazio faz com que o carro não esteja em condições de ser conduzido. Nesse caso, é essencial que pare o carro e proceda à substituição do pneu furado pelo pneu sobressalente. Se fizer essa mudança, poderá andar cerca de 80-100 quilómetros. Deverá ir de imediato a uma oficina, visto que o pneu sobressalente não tem a mesma qualidade e eficiência de um pneu normal. Se […]

     
  • OK! GESTUAL

    OK! GESTUAL

    A OK! teleseguros, com o apoio da Federação Portuguesa das Associações de Surdos (FPAS), lançou o OK! Gestual – um serviço pioneiro que garante o atendimento a condutores surdos. Lançado no seguimento da política de responsabilidade social da OK! teleseguros, o OK! Gestual procura dar resposta a uma necessidade da população surda. Em Portugal, num universo de 115 mil cidadãos surdos, 70 mil têm carta de condução e conduzem, mas não conseguem ter acesso direto a serviços na área de seguros. Aliando a tecnologia à inovação, o OK! Gestual contribui para a melhoria da qualidade de vida desta população, que passa a ter acesso a um serviço de atendimento personalizado em língua gestual portuguesa. Este serviço está disponível entre as 9h e as 19h, através de videochamada ou chat, com interfaces disponíveis no site okteleseguros.pt. Em caso de assistência ou sinistro, o cliente surdo pode a qualquer hora do dia […]

     
  • Seguro automóvel: mais jovens pagam o dobro do prémio

    Seguro automóvel: mais jovens pagam o dobro do prémio

    Entre os aspetos que mais influenciam o custo de um seguro automóvel encontram-se o histórico de sinistralidade, a tipologia de veículo, a localidade de circulação e o número de anos enquanto condutor declarado. Para apurar qual o peso deste último fator no prémio cobrado pelas seguradoras, a plataforma de simulação gratuita de produtos financeiros ComparaJá.pt analisou o mercado português e concluiu que uma diferença de dez anos pode significar pagar o dobro. Seguro automóvel em nome dos pais quando se é condutor habitual é ilegal Por vezes, com o intuito de reduzir os encargos com os seguros, os pais optam por não colocar os seus filhos como condutores habituais. Para além de estarem apenas a adiar o “problema”, isto porque quanto mais tarde os declararem como condutores habituais menos histórico terão – pagando na mesma prémios avultados -, não estão a cumprir a lei. “Os pais ao facilitarem a aquisição […]

     
 

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