A expressão «seguro contra todos os riscos» pode induzir os consumidores em erro. O alerta é do Instituto Português de Seguros (ISP) que aprovou hoje uma norma que impede a utilização dessa denominação em campanhas publicitárias, por parte das seguradoras, conforme já tinha sido inclusivamente referido antes em: Regras mais rígidas na publicidade das Seguradoras.
«De facto, não existe nenhum seguro que cubra todos os riscos», esclareceu uma fonte do ISP, à agência Lusa. As restrições alargam-se ainda a expressões como «sem encargos», «oferta» e «presente», segundo o princípio que regula a publicidade efectuada pelas empresas de seguros, mediadores e entidades gestoras de fundos de pensões.
A designação «seguro contra todos os riscos», é assim desincentivada. Porque, afinal, os seguros nunca abrangem os riscos todos que os clientes podem correr. Tenha assim atenção na altura de negociar o próximo seguro.
A norma regulamentar n.º3/2010-R, que se aplica a empresas de seguros, mediadores e entidades gestoras de fundos de pensões, visa regular a publicidade à actividade destas empresas Seguradoras.


às 18:27
Existe algum seguro que possa cobrir riscos/acidentes efectuados pelo próprio. Por exemplo, caso numa manobra tenha riscado o automóvel.
Obrigado.
às 0:43
Olha ola! Vêm mesmo a tempo! Como se não fossem já do conhecimento geral estas aldrabices publicitárias que se fazem!…
Está-se mesmo a ver… Enquanto era útil informar as pessoas, o estado capitalista está-se nas tintas. Depois dos capitalistas terem tido tempo para enganar toda a gente, para não parecer mal, vêm nos avisar…
São mesmo uns amigalhaços…
Agora já não é preciso, obrigado…